gastrostomia_27495_l

Desvendando os Mistérios da Gastrostomia e a Importância da Higiene Adequada

A gastrostomia é uma realidade para muitos e, junto com ela, vem a responsabilidade de manter uma higiene adequada, parte vital do dia a dia.

Hoje, vamos explorar os desafios enfrentados pelos gastrostomizados e como a higiene correta desempenha um papel crucial na prevenção de complicações.

Descubra como o JO+ Absorvente Dérmico pode ser um complemento valioso para garantir uma higiene impecável e promover o conforto diário.

A importância desse cuidado não pode ser subestimada, pois a falta de higiene pode levar a complicações significativas. Para aqueles que enfrentam desafios gastrointestinais, a gastrostomia é uma intervenção necessária para garantir a nutrição adequada. 

No entanto, a inserção da sonda traz consigo a necessidade de cuidados meticulosos para evitar infecções e desconfortos. É aqui que o JO+ Absorvente Dérmico entra em cena, oferecendo não apenas uma solução, mas uma abordagem holística para garantir a higiene adequada.

Explore como o JO+ Absorvente Dérmico pode ser incorporado à rotina diária, proporcionando conforto e segurança aos gastrostomizados.

Ao desvendar os mistérios da gastrostomia, abra as portas para uma compreensão mais profunda dos cuidados necessários e confie no JO+ Absorvente Dérmico para fazer parte integrante dessa jornada de cuidado e conforto.

publicacao_absorventedermico.com.br_comunicado-jo-absorvente-dermico-conquista-na-etapa-aceleracao-do-inovativa-ciclo-2023

Comunicado JO+ Absorvente Dérmico: Conquista na Etapa Aceleração do InovAtiva – Ciclo 2023.2! 🏆

Prezados amigos e apoiadores do JO+ Absorvente Dérmico,

Com imensa alegria, compartilhamos uma notícia extraordinária, que enche nossos corações de gratidão e orgulho. É com grande satisfação que recebemos o “Certificado de Startup Acelerada na Etapa Aceleração do InovAtiva – Ciclo 2023.2”!

Queremos expressar nossa profunda gratidão a cada um de vocês que fez parte dessa jornada. Essa conquista é resultado direto do nosso comprometimento e esforço coletivo em enfrentar os desafios e oportunidades oferecidos por esse renomado programa de aceleração.

O Certificado que Reflete Nossa Dedicação e Potencial Inovador

Este certificado não é apenas um documento; é um testemunho do potencial inovador do JO+ Absorvente Dérmico e da dedicação incansável de nossa equipe durante as atividades do programa. Fazer parte do seleto grupo de startups Aceleradas pelo InovAtiva, o maior programa de aceleração da América Latina, é uma honra que compartilhamos com cada pessoa que acredita em nossa missão.

Agradecimento Especial aos Idealizadores do InovAtiva

Queremos expressar nosso mais sincero agradecimento aos idealizadores, mentores e toda a equipe, por proporcionarem um ambiente tão enriquecedor, para o desenvolvimento de negócios inovadores. Este reconhecimento não apenas impulsiona o JO+ Absorvente Dérmico, mas, também, reforça nosso compromisso em proporcionar soluções de qualidade e inovação na área de saúde e bem-estar.

Contamos Com o Seu Apoio Contínuo!

Estamos ansiosos para levar o JO+ a novos patamares e continuamos contando com o apoio valioso de cada um de vocês. Seja um membro ativo desta jornada de transformação, proporcionando saúde, bem-estar e educação inclusiva para todos.

Obrigado por fazerem parte da nossa história e por acreditarem no poder transformador do JO+ Absorvente Dérmico!

Com gratidão, 💙🌟🚀

Diretoria de Comunicação

JO+ Absorvente Dérmico
Levando qualidade de vida, em vida!

publicacao_jo-absorvente-dermico.com.br_saude-intestinal-e-o-papel-vital-do-jo-absorvente-dermico

Saúde Intestinal e o Papel Vital do JO+ Absorvente Dérmico

Hoje, dedicamos nossa atenção à saúde intestinal e como o JO+ Absorvente Dérmico pode ser um aliado, essencial, nesse aspecto. Uma boa saúde intestinal, é crucial para o bem-estar geral e, para aqueles que enfrentam desafios gastrointestinais, como a gastrostomia, manter a área limpa e seca, é fundamental.
Vamos explicar como o JO+ Absorvente Dérmico oferece conforto e segurança, garantindo uma jornada, mais tranquila, para aqueles que buscam cuidados excepcionais.

A jornada dessas pessoas pode ser repleta de desafios, mas o JO+ Absorvente Dérmico surge como um aliado indispensável.

A gastrostomia, muitas vezes necessária para garantir a ingestão adequada de nutrientes, exige cuidados específicos. Uma parte crucial desses cuidados, está relacionada à manutenção da higiene e da saúde da pele, ao redor da sonda. O JO+ Absorvente Dérmico destaca-se como uma solução inovadora, proporcionando conforto e segurança. Sua capacidade de manter a área seca contribui para a prevenção de irritações e complicações cutâneas, promovendo, assim, uma saúde intestinal mais robusta.

Descubra como o JO+ Absorvente Dérmico, não se trata, apenas, de um produto, e sim de um parceiro na jornada daqueles que buscam uma vida saudável e equilibrada, mesmo diante dos desafios gastrointestinais. Seja qual for a sua situação, conte com o JO+ Absorvente Dérmico, para oferecer suporte e alívio, tornando sua jornada mais tranquila e confortável.


Imagem: tuasaude.com

publicacoes_absorventedermico.com.br_no-japao-ja-sao-100-mil-casos-de-gastrostomizados

Afinal, o que é gastrostomia endoscópica percutânea?

Desde que  a gastrostomia endoscópica percutânea (PEG ou PEG)  foi descrita em 1980, esta passou a ser a técnica de escolha na indicação da gastrostomia de alimentação devido ao menor número de complicações, reservando-se as técnicas cirúrgicas apenas para aquelas situações em que as técnicas percutâneas são contraindicadas ou em que a paciente necessita de intervenção cirúrgica por outro motivo.

Gastrostomia endoscópica percutânea

É um método eficaz e seguro de suporte nutricional em pacientes com desnutrição e incapacidade de ingestão oral, com sobrevida estimada em mais de 2 meses e que necessitam de nutrição enteral além de 4 semanas. As principais indicações incluem neoplasias do trato respiratório superior e doenças neurológicas, sendo a demência atualmente considerada uma indicação controversa. Alterações anatômicas e processos infecciosos são as contraindicações mais frequentes. Existem diferentes técnicas endoscópicas, sendo o método de tração o mais utilizado, todas elas tendo em comum a baixa mortalidade. As complicações ocorrem com maior frequência em pacientes multipatológicos e idosos, sendo as mais prevalentes infecção de ferida operatória, extração e obstrução de sonda e pneumonia aspirativa.

Nos últimos anos, graças ao desenvolvimento da cirurgia laparoscópica minimamente invasiva, novas técnicas foram descritas para a realização de 

gastrostomias cirúrgicas (GQ)

 com o objetivo de reduzir complicações pós-operatórias e promover recuperação precoce e introdução de nutrição enteral (NE). Os resultados destas técnicas são comparáveis ​​aos do PEG.

Descrição das técnicas cirúrgicas.

De acordo com a abordagem cirúrgica convencional ou aberta, foram descritos principalmente 4 tipos de gastrostomias. Todos compartilham aspectos técnicos comuns, como a incisão abdominal ao longo da linha média supraumbilical e a exteriorização da sonda de alimentação através de contraincisão no lado esquerdo:

gastrostomia tubular de Witzel; Consiste na inserção da sonda de gastrostomia através de um túnel seroso ao nível da parede gástrica anterior.

Gastrostomia tipo Stamm: Consiste na invaginação do ponto de inserção do cateter de gastrostomia utilizando 2 sacos de tabaco

Gastrostomia com tubo balão: Semelhante à de Stamm, o cateter é introduzido, é feita uma sutura em bolsa e fixado ao peritônio parietal, mas é colocado um tubo balão (existem diferentes tipos).

  1. Gastrostomia de Janeway: a tubulização da parede anterior do estômago é realizada da curvatura menor para a maior de cerca de 10cm, exteriorizando o tubo gástrico e formando um verdadeiro estoma.

Com a evolução da cirurgia laparoscópica, assim como em outras áreas da cirurgia, esse tipo de abordagem minimamente invasiva tem sido utilizada para a realização de gastrostomias cirúrgicas.

A alimentação por gastrostomia (acesso externo da parede abdominal à luz gástrica) é um método de suporte nutricional indicado em pacientes com trato gastrointestinal funcionante, mas incapazes de receber nutrição oral adequada devido a disfunção neurológica ou obstrução mecânica pré-gástrica, que tem sido desenvolvendo regularmente por muitos anos.

Desde a descrição da gastrostomia endoscópica percutânea (PEG) em 1980, esta tornou-se a técnica de escolha. Posteriormente, desenvolveu-se a colocação da gastrostomia de alimentação com recurso à técnica radiológica (PRG), tendo-se desenvolvido diversas técnicas. Porém, a técnica cirúrgica ainda é necessária em muitos cânceres de cabeça e pescoço, nos casos de obstrução por câncer de esôfago e naqueles casos em que as técnicas percutâneas são contraindicadas, principalmente pela impossibilidade de passagem do endoscópio ou da sonda radiológica. possuir os serviços de endoscopia ou radiologia intervencionista necessários à sua colocação.

Nos últimos anos, com o avanço da cirurgia minimamente invasiva, novas técnicas laparoscópicas foram desenvolvidas para realizar GQ para responder aos casos em que as técnicas percutâneas, endoscópicas ou radiológicas são contraindicadas. Os resultados de morbidade e mortalidade dessas técnicas cirúrgicas laparoscópicas são comparáveis ​​aos da PEG; embora o custo do PEG seja menor, ainda é considerado a escolha. Atualmente, a técnica laparoscópica é recomendada em pacientes com contraindicações para técnicas percutâneas, pacientes com tumores de cabeça e pescoço com estreitamento grave da via aérea que correm risco de obstrução completa da via aérea durante a endoscopia, pacientes que vão realizar uma ressecção ou reconstrução de tumores de cabeça e pescoço, pacientes com traumas graves de face e/ou pescoço e aqueles que necessitarão de intervenção laparoscópica. Por outro lado, a gastrostomia cirúrgica aberta ainda é necessária em pacientes com extensas aderências abdominais ou que necessitam de laparotomia por outro motivo.

INDICAÇÕES PARA GASTROSTOMIA

Como já mencionado, o PEG é indicado para manter o acesso para nutrir pacientes com sistema digestivo funcionando, mas com incapacidade de ingerir alimentos. Existem vários tipos de indicações dependendo da situação do paciente e das diversas formas de classificá-las.

Se olharmos a indicação de acordo com a etiologia da doença que produz a necessidade de colocação de via de acesso para alimentação, a causa mais frequente (90% das indicações) é a diminuição da capacidade de ingestão e inclui processos neurológicos que produzem disfagia neuromotora (demência senil, acidentes vasculares, doença de Alzheimer, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, doença de Parkinson, encefalopatia pós-anóxica, tumores e traumatismo cranioencefálico ou paralisia supranuclear progressiva), doenças da cavidade orofaríngea (tumores, queimaduras, traumatismos), doenças do esôfago (tumores, fístulas, estenoses, cáusticos) e anorexia.

Um segundo grupo é o de pacientes com necessidades nutricionais aumentadas ou alteradas que não podem ser fornecidas por via oral, como politraumatizados, grandes queimaduras, doença inflamatória intestinal ou fibrose cística.

Um terceiro grupo de indicações são as alterações do aparelho digestivo e da absorção que beneficiam da nutrição entérica (síndromes do intestino curto, doença inflamatória intestinal, pancreatite crónica ou enterite actínica).

Por fim, o quarto grupo de indicações nutricionais é um grupo diverso formado por pacientes com cardiopatias congênitas, insuficiência renal crônica, doenças metabólicas congênitas, vômitos incontroláveis ​​(hiperêmese gravídica), pacientes com AIDS ou epidermólise bolhosa com envolvimento esofágico.

Em todos os grupos ou classificações possíveis também podemos distinguir quatro subgrupos de acordo com a intenção de tratamento. Um primeiro subgrupo de pacientes com doença aguda, potencialmente recuperáveis, e nos quais se espera que o suporte nutricional seja mantido por um período superior a 3-4 semanas: seria o caso de traumatismos e hemorragias cerebrais, insuficiências respiratórias que requerem traqueostomia e intubação por períodos prolongados, grandes queimaduras, processos tumorais de orofaringe que receberão radioterapia ou doenças do aparelho digestivo que se beneficiam de dietas elementares por períodos prolongados como doença inflamatória intestinal, síndrome do intestino curto ou pancreatite crônica. A expectativa nesse grupo de pacientes é conseguir retirar o PEG uma vez resolvido o processo que levou à sua colocação e reiniciar a dieta oral. No entanto, isto só é conseguido em 6-21% dos casos.

Um segundo subgrupo, certamente o mais numeroso, é o dos pacientes com doenças predominantemente neurológicas, progressivas, que produzem disfagia neuromotora ou obstrutiva, nos quais o PEG é colocado permanentemente por serem processos irreversíveis. Seriam pacientes com esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla, doença de Alzheimer, arteriosclerose, neoplasias faringoesofágicas, doença de Parkinson, demência senil ou caquexia terminal, como em alguns pacientes com AIDS, nos quais a gastrostomia contribui para melhorar sua qualidade de vida.

Um terceiro subgrupo, mais conflituoso, formado por pacientes com processo patológico crônico não evolutivo com estados vegetativos, como pós-acidentes vasculares ou pós-anóxia ou por encefalite ou outras causas, nos quais a gastrostomia não só é definitiva, mas contribuirá significativamente para a manutenção ou prolongar a expectativa de vida desses pacientes. Nestes casos, a indicação deve ser estudada e individualizada e a decisão deve ser pactuada, avaliando-se que caso se opte pela manutenção da nutrição enteral, no ambiente de saúde, para familiares, enfermeiros ou cuidadores, a PEG é claramente mais confortável, mais fácil para cuidar e com menos complicações a longo prazo do que outros sistemas.

O quarto subgrupo seria composto por pacientes com doença crônica estável, mas com longa expectativa de vida e qualidade de vida adequada, como disfagia neuromotora após acidentes vasculares e estenoses esofágicas benignas refratária ao tratamento. Neste subgrupo, sem discussão, a PEG é a técnica de escolha.

COMPLICAÇÕES GRAVES

As complicações associadas ao PEG são geralmente leves e facilmente tratáveis. A incidência de complicações menores é de 4-25% dependendo da série. A incidência de complicações mais graves é de 1-4%. A mortalidade relacionada à técnica é inferior a 1%. As complicações mais graves são broncoaspiração, peritonite, hemorragia, fasceíte necrotico-hemorrágica e aparecimento de fístulas gastrocólicas. A aspiração broncopulmonar pode ocorrer a qualquer momento durante a colocação do PEG ou quando a alimentação é iniciada. A aspiração imediata tem uma incidência de 0,7-1,6% e é acompanhada por uma mortalidade de 50%. A prevenção desempenha um papel importante aqui. A pneumonia por aspiração não imediata ocorre em até 35% dos pacientes e é uma das principais causas de morte. A presença de pneumonia prévia e esofagite de refluxo são os únicos fatores de risco identificados.

Na população pediátrica, o aparecimento de refluxo gastroesofágico previamente não detectado ocorre em até 24% dos pacientes quando o PEG é colocado e uma porcentagem significativa destes necessitará de cirurgia antirrefluxo para controlá-lo.

A peritonite ocorre em 0-1,2% e está relacionada ao momento da colocação do PEG ou causada pela retirada precoce do tubo antes da formação do trajeto fistuloso, ou seja, antes dos primeiros 14-20 dias. Após esse tempo, o trajeto fistuloso permite a retirada da sonda e a introdução de uma nova com pequeno risco de perfuração e peritonite. Em pacientes agitados, nos quais existe risco de auto-rasgo.

A hemorragia é uma complicação rara e geralmente está relacionada à formação de úlceras no local da gastrostomia devido à tração excessiva da sonda. A endoscopia para confirmar o diagnóstico e a terapia, além de afrouxar o stop externo, costuma ser suficiente na maioria dos casos.

A fasceíte necrosante, embora rara e descrita em poucos casos, é uma complicação grave. É caracterizada por necrose significativa das camadas superficiais da fáscia. Se não for diagnosticada e tratada agressivamente por meio de desbridamento cirúrgico, acarreta alta mortalidade. Aparece 4-14 dias após a intervenção com febre, dor, celulite, edema cutâneo e ocasionalmente crepitação. Foi descrita em pacientes desnutridos ou com diabetes, doenças cardíacas ou obesidade.

A fístula gastrocólica é outra complicação rara, mas grave, devido à interposição inadvertida do cólon entre o estômago e a parede abdominal. Não é detectado até meses após a colocação do PEG, geralmente com a primeira substituição do tubo. Manifesta-se por diarreia ou aspiração de conteúdo fecalóide através do cateter. Normalmente a retirada da sonda resolve o problema; a melhor forma de evitá-lo é realizar todos os passos da técnica corretamente, principalmente mantendo a insuflação máxima do estômago durante todo o processo de punção.

COMPLICAÇÕES LEVES

Dentre as complicações leves, devemos destacar a infecção de ferida operatória como a mais frequente. O desbridamento cirúrgico e a retirada da sonda são realizados quando a infecção não pode ser resolvida e há celulite e abscesso na parede.

Outras complicações leves associadas à técnica são a presença de íleo paralítico que se resolve espontaneamente em 48-72 horas, febre, dor abdominal e formação de hematoma na parede abdominal. Todos eles ocorrem em menos de 1% dos casos. Posteriormente, são mais frequentemente descritas obstrução da sonda e saída de alimento ou secreção gástrica pelas bordas da ferida, bem como deterioração da sonda, necessitando de sua substituição.

Vários casos de metástases de tumores otorrinolaringológicos ou esofágicos para o estômago ou trato gastrostomia foram relatados. Em todos os casos foi utilizada a técnica de tração.

Em todos os casos, a indicação deve ser individualizada, uma explicação ampla ao paciente e familiares e avaliados os fatores de risco para complicações. A pneumonia aspirativa é a complicação mais comum, especialmente em pacientes encaminhados para colocação de PEG que apresentam histórico de aspirações anteriores.


Fonte: gastrocirugiadrgvelez.com

Surgeons wearing surgical loupes while performing operation in operation theater

Estados Unidos contabiliza mais de 240 mil gastrostomizados

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que envolve a criação de uma abertura no estômago, permitindo que um tubo seja inserido diretamente no órgão para administrar alimentos, medicamentos e líquidos.

Embora seja um procedimento relativamente comum, muitas pessoas não têm conhecimento sobre a gastrostomia e suas implicações.

Nos Estados Unidos, mais de 240 mil pessoas são gastrostomizadas, o que significa que elas dependem de um tubo para se alimentar. Neste artigo, vamos explorar o que é a gastrostomia, por que ela é necessária, como é realizada e quais são os cuidados necessários para os pacientes que passam por essa cirurgia.

O que é gastrostomia?

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que envolve a criação de uma abertura no estômago, permitindo a inserção de um tubo que será usado para alimentação, medicação e hidratação. Essa abertura é criada através de uma incisão no abdômen e no estômago, permitindo que o tubo seja inserido diretamente no órgão.

A gastrostomia é indicada para pacientes que não podem se alimentar pela boca devido a problemas como disfagia (dificuldade para engolir), lesões na boca ou garganta, distúrbios neurológicos ou câncer.

Como é realizada a gastrostomia?

A gastrostomia pode ser realizada de duas maneiras: por cirurgia aberta ou por procedimento endoscópico. Na cirurgia aberta, o paciente é anestesiado e o cirurgião faz uma incisão no abdômen e no estômago, criando a abertura para a inserção do tubo. Já na gastrostomia endoscópica, um tubo flexível é inserido pela boca e guiado até o estômago, onde uma pequena incisão é feita para permitir a inserção do tubo.

A gastrostomia endoscópica é considerada um procedimento menos invasivo do que a cirurgia aberta e pode ser realizada em regime ambulatorial.

Quais são os cuidados necessários para os pacientes gastrostomizados?

Os pacientes que passam por uma gastrostomia precisam de cuidados especiais para evitar complicações e garantir que o tubo seja mantido limpo e livre de infecções. Alguns dos cuidados necessários incluem:

  • Limpeza diária do tubo e da área ao redor da abertura
  • Troca regular do tubo e das fitas adesivas que o fixam no lugar
  • Monitoramento regular do peso e do estado de hidratação do paciente
  • Administração cuidadosa de medicamentos e alimentos para evitar obstruções ou refluxo
  • Observação constante para detectar sinais de infecção ou outras complicações

Quais são os benefícios e riscos da gastrostomia?

Apesar dos benefícios, a gastrostomia também apresenta alguns riscos e complicações potenciais, incluindo:

  • Infecções na área da abertura ou do tubo
  • Obstruções do tubo ou do trato gastrointestinal
  • Refluxo de alimentos ou líquidos
  • Deslocamento ou desconexão do tubo

Além disso, a gastrostomia pode ter impactos emocionais e sociais significativos para os pacientes, que podem sentir-se isolados ou envergonhados devido à presença do tubo.

Como é a alimentação de um paciente gastrostomizado?

Os pacientes gastrostomizados podem receber uma dieta líquida ou pastosa, administrada através do tubo em pequenas quantidades e em intervalos regulares. É importante que a dieta seja adequada às necessidades nutricionais individuais do paciente e que seja administrada de maneira cuidadosa para evitar obstruções ou refluxo.

Os pacientes também podem precisar de suplementos vitamínicos ou minerais, dependendo de suas necessidades individuais.

Quais são as opções de tratamento para a disfagia?

A disfagia pode ser tratada de diversas maneiras, dependendo da causa subjacente e da gravidade dos sintomas. Algumas opções de tratamento incluem:

  • Terapia de deglutição, que envolve exercícios para melhorar a coordenação da musculatura envolvida na deglutição
  • Modificações na dieta, como alimentos mais macios ou cortados em pedaços menores
  • Cirurgia para corrigir anomalias físicas ou reduzir a obstrução do trato gastrointestinal
  • Uso de dispositivos de assistência à deglutição, como copos com bicos especiais ou aparelhos de sucção

Como é o acompanhamento de um paciente gastrostomizado?

Os pacientes gastrostomizados devem ser acompanhados regularmente por um profissional de saúde, que pode monitorar sua alimentação, estado nutricional e possíveis complicações. Eles também podem precisar de acompanhamento por uma equipe multidisciplinar, incluindo nutricionistas, fonoaudiólogos e enfermeiros especializados.

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico comum que pode melhorar significativamente a qualidade de vida de pacientes que não podem se alimentar pela boca. No entanto, é importante que os pacientes e seus cuidadores estejam cientes dos cuidados necessários para garantir a segurança e eficácia da gastrostomia.

Com o acompanhamento adequado, a gastrostomia pode permitir que os pacientes se alimentem de maneira adequada e recebam a medicação necessária, melhorando sua saúde e bem-estar geral.

publicacoes_absorventedermico.com.br_no-japao-ja-sao-100-mil-casos-de-gastrostomizados

No Japão, Já São 100 Mil Casos de Gastrostomizados

Tudo o Que Você Precisa Saber.

Nos últimos anos, o número de pessoas com gastrostomia tem aumentado significativamente em todo o mundo, inclusive no Japão, onde já há mais de 100 mil casos. A gastrostomia é um procedimento médico no qual um tubo é inserido através da parede abdominal até o estômago, permitindo que o paciente receba nutrição e medicamentos diretamente no estômago. Neste artigo, exploraremos tudo o que você precisa saber sobre a gastrostomia no Japão, desde os motivos pelos quais ela é realizada até como cuidar do tubo de gastrostomia e muito mais.

O Que É Gastrostomia?

Definição

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico ou endoscópico que permite a inserção de um tubo de alimentação diretamente no estômago de um paciente.

Motivos para Realizar a Gastrostomia

A gastrostomia pode ser realizada por diversos motivos, entre eles:

  • Dificuldade de deglutição
  • Câncer de cabeça e pescoço
  • Lesões cerebrais traumáticas
  • Doenças neuromusculares
  • Problemas gastrointestinais graves
  • Anomalias congênitas

Como é Feita a Gastrostomia no Japão?

Procedimento Cirúrgico

O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral. O cirurgião faz uma pequena incisão no abdômen do paciente e insere o tubo de alimentação diretamente no estômago. Em seguida, o cirurgião fecha a incisão.

Procedimento Endoscópico

O procedimento endoscópico é menos invasivo do que o procedimento cirúrgico e pode ser realizado com sedação consciente. Durante o procedimento, o endoscopista insere um tubo fino pela boca do paciente e o conduz através do esôfago até o estômago. Em seguida, o endoscopista faz uma pequena incisão no abdômen do paciente e insere o tubo de alimentação através dela.

Cuidados com o Tubo de Gastrostomia

Após o procedimento, o tubo de gastrostomia deve ser cuidadosamente mantido e monitorado para prevenir infecções e outras complicações. Alguns cuidados incluem:

  • Limpeza cuidadosa da área ao redor do tubo com água e sabão neutro
  • Troca regular do curativo
  • Verificação regular do tubo quanto a sinais de infecção ou irritação

Quais São os Riscos Associados à Gastrostomia?

Como em qualquer procedimento médico, existem riscos associados à gastrostomia, tais como:

  • Infecção
  • Sangramento
  • Perfuração gástrica
  • Problemas respiratórios
  • Reações adversas à anestesia

Cuidados Pós-Operatórios e Expectativas

Após o procedimento de gastrostomia, o paciente precisará de cuidados pós-operatórios específicos para garantir a recuperação adequada. É comum que haja desconforto e inchaço na área da incisão, além de um pequeno sangramento. O médico responsável dará as orientações necessárias para lidar com esses sintomas.

Em geral, os pacientes podem voltar às atividades normais em cerca de duas semanas após o procedimento. Durante esse período, é importante evitar levantar objetos pesados e fazer exercícios físicos intensos. Além disso, é fundamental seguir as orientações médicas quanto à alimentação e medicamentos.

Dicas para Cuidar do Tubo de Gastrostomia em Casa

Para cuidar adequadamente do tubo de gastrostomia em casa, é importante seguir as orientações médicas com atenção e manter uma rotina de cuidados diários. Algumas dicas incluem:

  • Lavar as mãos antes e depois de manusear o tubo
  • Verificar regularmente a área ao redor da incisão quanto a sinais de infecção
  • Limpar a área com água e sabão neutro diariamente
  • Trocar o curativo regularmente
  • Fazer a manutenção do tubo de acordo com as orientações médicas

Conclusão

A gastrostomia é um procedimento médico importante que pode melhorar significativamente a qualidade de vida de pacientes com dificuldade de deglutição ou outras condições médicas. No Japão, já são mais de 100 mil casos de gastrostomizados, o que evidencia a importância e relevância desse procedimento.

É fundamental que os pacientes entendam os riscos e benefícios da gastrostomia e recebam orientações adequadas quanto aos cuidados necessários após o procedimento. Ao seguir as orientações médicas com atenção e cuidar adequadamente do tubo de gastrostomia, é possível garantir uma recuperação mais rápida e segura.

FAQs

1. Qual é a diferença entre gastrostomia e jejunostomia?

A gastrostomia é um procedimento que permite a inserção de um tubo de alimentação diretamente no estômago, enquanto a jejunostomia é um procedimento que permite a inserção de um tubo de alimentação diretamente no intestino delgado.

2. A gastrostomia é um procedimento doloroso?

O procedimento de gastrostomia é realizado com anestesia geral ou sedação consciente, o que significa que o paciente não sentirá dor durante o procedimento. É comum sentir algum desconforto e inchaço na área da incisão após o procedimento.

3. Quanto tempo dura o procedimento de gastrostomia?

O tempo de duração do procedimento de gastrostomia varia dependendo do tipo de procedimento e da complexidade do caso. Em geral, o procedimento cirúrgico dura cerca de 30 a 60 minutos, enquanto o procedimento endoscópico dura cerca de 15 a 30 minutos.

4. Qual é a dieta recomendada após a gastrostomia?

A dieta recomendada após a gastrostomia varia dependendo do caso e da orientação médica. Em

geral, a alimentação deve ser líquida ou pastosa nos primeiros dias após o procedimento e a transição para alimentos sólidos deve ser feita gradualmente. É importante seguir as orientações médicas quanto à dieta para garantir uma recuperação adequada.

5. Quais são os principais riscos da gastrostomia?

Os principais riscos da gastrostomia incluem infecção na área da incisão, perfuração do estômago, hemorragia e deslocamento do tubo de alimentação. É importante que o paciente entenda os riscos e benefícios do procedimento antes de decidir realizar a gastrostomia.


Imagem: https://valledellili.org

publicacoes_absorventedermico.com.br_na-franca-ultrapassa-a-casa-dos-30-mil-o-numero-de-gastrostomizados

Na França, ultrapassa a casa dos 30 mil o número de gastrostomizados

Isso representa um aumento de 12%, no quadro mundial.

A gastrostomia é uma cirurgia em que um tubo é inserido no estômago do paciente, permitindo a alimentação direta através do tubo. A cirurgia é geralmente realizada em pacientes que sofrem de doenças crônicas, como câncer ou doenças neurológicas, que afetam sua capacidade de se alimentar normalmente.

Nos últimos anos, temos visto um aumento significativo no número de pessoas que passaram por uma cirurgia de gastrostomia na França. Segundo as últimas estatísticas, o número de pacientes gastrostomizados na França ultrapassou 30 mil, representando um aumento de 12% em relação aos números mundiais.

Uma das principais razões por trás desse aumento é o aumento na expectativa de vida da população francesa, o que significa que mais pessoas estão vivendo com doenças crônicas que afetam sua capacidade de se alimentar normalmente. Doenças neurológicas, como esclerose múltipla e doença de Parkinson, bem como o câncer de cabeça e pescoço, são algumas das principais condições que podem exigir a cirurgia de gastrostomia.

Além disso, o sistema de saúde francês também tem um papel a desempenhar. A França tem um sistema de saúde altamente desenvolvido que oferece acesso gratuito a cuidados médicos de alta qualidade para todos os cidadãos. Isso significa que mais pessoas têm acesso à cirurgia de gastrostomia do que em outros países com sistemas de saúde menos desenvolvidos.

Neste artigo, discutiremos o que é a cirurgia de gastrostomia, por que ela é necessária, como é realizada, os riscos e benefícios associados à cirurgia e como cuidar do paciente após a cirurgia. Também discutiremos algumas das razões por trás do aumento significativo no número de pacientes gastrostomizados na França nos últimos anos.

O que é a cirurgia de gastrostomia?

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico em que um tubo é inserido no estômago do paciente, permitindo que a alimentação seja administrada diretamente no estômago através do tubo. Existem várias razões pelas quais a gastrostomia pode ser necessária, incluindo:

  • Incapacidade de engolir alimentos adequadamente
  • Doenças neurológicas, como esclerose múltipla ou doença de Parkinson
  • Câncer de cabeça e pescoço ou câncer esofágico
  • Lesões na boca, garganta ou esôfago
  • Anorexia nervosa

Como é realizada a cirurgia de gastrostomia?

A cirurgia de gastrostomia é geralmente realizada sob anestesia geral e envolve a inserção de um tubo no estômago através de uma pequena incisão na pele. O tubo é então fixado no lugar com suturas e o paciente é levado para recuperação.

Quais são os riscos e benefícios associados à cirurgia de gastrostomia?

Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos associados à cirurgia de gastrostomia, incluindo infecção, sangramento e complicações anestésicas. No entanto, os benefícios da cirurgia geralmente superam os riscos, pois ela permite que pacientes que de outra forma teriam dificuldade em se alimentar normalmente possam receber a nutrição adequada.

Cuidados com pacientes gastrostomizados

Depois que o paciente passa pela cirurgia de gastrostomia, é importante cuidar adequadamente do tubo e garantir que ele esteja funcionando corretamente. Isso inclui:

  • Lavar as mãos antes de mexer no tubo
  • Limpar o tubo e a área ao redor com água e sabão
  • Garantir que o tubo esteja fixado corretamente
  • Monitorar o paciente para sinais de infecção ou outros problemas

Além disso, é importante que os pacientes e cuidadores recebam treinamento adequado sobre como usar e cuidar do tubo de gastrostomia. Isso inclui aprender como administrar a alimentação corretamente e como identificar sinais de que algo está errado.

Conclusão

O aumento no número de pacientes gastrostomizados na França reflete o aumento na expectativa de vida e a melhoria dos cuidados de saúde no país. Embora a cirurgia de gastrostomia possa ser um procedimento arriscado, os benefícios geralmente superam os riscos para pacientes que de outra forma teriam dificuldade em se alimentar normalmente. É importante que pacientes e cuidadores recebam treinamento adequado sobre como cuidar do tubo e monitorar os pacientes após a cirurgia.

Perguntas Frequentes

  1. A cirurgia de gastrostomia é dolorosa?
  • A cirurgia é realizada sob anestesia geral, portanto o paciente não sente dor durante o procedimento. No entanto, é possível que o paciente sinta algum desconforto ou dor após a cirurgia.
  1. Quanto tempo leva para se recuperar da cirurgia de gastrostomia?
  • O tempo de recuperação varia de paciente para paciente, mas a maioria dos pacientes pode voltar às atividades normais dentro de algumas semanas após a cirurgia.
  1. Quais são os riscos associados à cirurgia de gastrostomia?
  • Os riscos incluem infecção, sangramento e complicações anestésicas.
publicacoes_absorventedermico.com.br_no-brasil-diante-do-surto-da-zika-virus-3-mil-criancas-nasceram-com-microcefalia

No Brasil, diante do surto da zika-virus, 3 mil crianças nasceram com microcefalia

Destas, 90% são gastrostomizadas, totalizando 53 mil cirurgias com outros diagnósticos.

Introdução

O surto do zika-vírus em 2015 no Brasil deixou um legado de mais de 3 mil crianças que nasceram com microcefalia, uma condição em que o cérebro não se desenvolve completamente. Além disso, a grande maioria dessas crianças precisou passar por cirurgias para colocação de uma gastrostomia, um procedimento para alimentação artificial. Isso resultou em mais de 53 mil cirurgias realizadas em todo o país. Neste artigo, vamos analisar as consequências do surto do zika-vírus no Brasil e como isso afetou a saúde das crianças e o sistema de saúde brasileiro.

O que é o zika-vírus?

O zika-vírus é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a chikungunya. Em 2015, um grande surto de zika-vírus ocorreu no Brasil, afetando milhares de pessoas.

O que é microcefalia?

A microcefalia é uma condição em que o cérebro não se desenvolve completamente durante a gestação ou logo após o nascimento. Isso resulta em um tamanho de cabeça menor do que o normal e pode causar problemas neurológicos e cognitivos.

Como o surto do zika-vírus afetou as crianças no Brasil?

O surto do zika-vírus no Brasil causou grande preocupação em relação ao aumento de casos de microcefalia em bebês. Em 2016, o Ministério da Saúde confirmou que mais de 3 mil crianças nasceram com microcefalia no país durante o surto.

O que é gastrostomia?

A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que envolve a criação de uma abertura no estômago para a alimentação artificial. Isso é necessário quando a pessoa é incapaz de comer ou beber normalmente devido a uma condição médica.

Por que a maioria das crianças com microcefalia precisou de gastrostomia?

A microcefalia pode afetar a capacidade de uma criança de se alimentar normalmente. Como resultado, a grande maioria das crianças com microcefalia no Brasil precisou passar por cirurgia para colocação de uma gastrostomia.

Quantas cirurgias de gastrostomia foram realizadas em crianças com microcefalia no Brasil?

Mais de 90% das crianças com microcefalia no Brasil que precisavam de gastrostomia foram submetidas ao procedimento. Isso resultou em mais de 53 mil cirurgias realizadas em todo o país.

Como o surto do zika-vírus afetou o sistema de saúde brasileiro?

O surto do zika-vírus sobrecarregou o sistema de saúde brasileiro, especialmente nos estados mais afetados pela doença. A demanda por cirurgias de gastrostomia aumentou drasticamente, o que dificultou o acesso ao procedimento para muitas famílias.

Quais são as consequências de longo prazo para as crianças com microcefalia

As crianças com microcefalia enfrentam muitos desafios ao longo da vida, incluindo problemas neurológicos e cognitivos. Eles podem ter dificuldade em se desenvolver adequadamente e precisar de cuidados especiais e terapias para ajudá-los a alcançar seu potencial máximo.

Como o governo brasileiro está lidando com a situação das crianças com microcefalia?

Desde o surto do zika-vírus, o governo brasileiro tem tomado medidas para lidar com a situação das crianças com microcefalia. Isso inclui o aumento de investimentos em saúde pública e a criação de programas para ajudar as famílias afetadas pela condição.

O que pode ser feito para prevenir futuros surtos de doenças transmitidas por mosquitos?

A prevenção de futuros surtos de doenças transmitidas por mosquitos envolve uma abordagem multifacetada. Isso inclui medidas como o controle de mosquitos, o desenvolvimento de vacinas e o aumento da conscientização pública sobre a prevenção de doenças transmitidas por mosquitos.

O surto do zika-vírus no Brasil deixou um legado de mais de 3 mil crianças com microcefalia e mais de 53 mil cirurgias de gastrostomia realizadas em todo o país. As consequências de longo prazo para essas crianças são significativas, e o sistema de saúde brasileiro foi sobrecarregado pela demanda por tratamento. É importante continuar investindo em saúde pública e prevenção de doenças transmitidas por mosquitos para evitar futuros surtos e garantir a saúde e o bem-estar das crianças brasileiras.

Perguntas frequentes

  1. O que é microcefalia?
  • A microcefalia é uma condição em que o cérebro não se desenvolve completamente durante a gestação ou logo após o nascimento.
  1. O que é gastrostomia?
  • A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que envolve a criação de uma abertura no estômago para a alimentação artificial.
  1. Quantas crianças nasceram com microcefalia no Brasil durante o surto do zika-vírus?
  • Mais de 3 mil crianças nasceram com microcefalia no Brasil durante o surto do zika-vírus.
  1. Quantas cirurgias de gastrostomia foram realizadas em crianças com microcefalia no Brasil?
  • Mais de 53 mil cirurgias de gastrostomia foram realizadas em crianças com microcefalia no Brasil.
  1. O que pode ser feito para prevenir futuros surtos de doenças transmitidas por mosquitos?
  • A prevenção de futuros surtos de doenças transmitidas por mosquitos envolve uma abordagem multifacetada, incluindo o controle de mosquitos, o desenvolvimento de vacinas e o aumento da conscientização pública sobre a prevenção de doenças transmitidas por mosquitos.
noticia_abserventedermico.com.br_aumento-de-12-mundial-dos-casos-de-covid-nao-atualizados-no-datasus

Aumento de 12% dos casos de Covid-19, no mundo, não atualizados no Datasus

O que é o Datasus?

O Datasus é um sistema de informação do Ministério da Saúde que tem como objetivo coletar, processar e disseminar informações sobre a saúde no Brasil. No entanto, recentemente foi identificado um aumento de 12% mundial dos casos de Covid-19 que não foram atualizados no Datasus. Isso pode ter graves consequências para a gestão da pandemia no país.

Definição

O Datasus é um sistema de informação do Ministério da Saúde que tem como objetivo coletar, processar e disseminar informações sobre a saúde no Brasil.

Histórico

O Datasus foi criado em 1991, com o objetivo de melhorar a gestão da saúde pública no país. Desde então, tem sido uma ferramenta importante para a coleta e análise de dados sobre a saúde no Brasil.

Funcionamento

O Datasus funciona como uma plataforma online que permite a coleta e o processamento de informações sobre a saúde no Brasil. Essas informações são coletadas de hospitais, clínicas e postos de saúde de todo o país e são utilizadas para a elaboração de políticas públicas e a gestão da saúde.

O aumento de 12% mundial dos casos de Covid-19 não atualizados no Datasus

O que aconteceu?

Recentemente, foi identificado um aumento de 12% mundial dos casos de Covid-19 que não foram atualizados no Datasus. Isso significa que há uma subnotificação dos casos de Covid-19 no Brasil, o que pode prejudicar a gestão da pandemia no país.

Consequências

A subnotificação dos casos de Covid-19 no Brasil pode ter graves consequências para a gestão da pandemia no país. Isso porque as informações coletadas pelo Datasus são utilizadas para a elaboração de políticas públicas e a gestão da saúde. Com a falta de informações precisas, as autoridades de saúde podem tomar decisões equivocadas que prejudiquem o controle da pandemia.

O que pode ser feito para corrigir o problema?

Atualização dos dados

Uma das medidas que podem ser adotadas para corrigir o problema é a atualização dos dados no Datasus. Isso pode ser feito por meio de uma campanha de conscientização para que os hospitais, clínicas e postos de saúde atualizem as informações de forma regular.

Investimento em tecnologia

Outra medida que pode ser adotada é o investimento em tecnologia para a coleta e o processamento de dados sobre a saúde. Isso pode incluir a adoção de novas tecnologias, como a inteligência artificial, para facilitar a coleta e o processamento de informações.

Melhoria da gestão da saúde

Por fim, uma medida importante para corrigir o problema da subnotificação dos casos de Covid-19 no Brasil é a melhoria da gestão da saúde. Isso inclui a adoção de políticas públicas que incentivem a atualização dos dados e a capacitação dos profissionais de saúde para o uso do Datasus.

A subnotificação dos casos de Covid-19 no Brasil é um problema grave que pode prejudicar a gestão da pandemia no país. É importante que as autoridades de saúde adotem medidas para corrigir o problema, como a atualização dos dados no Datasus, o investimento em tecnologia e a melhoria da gestão da saúde. Dessa forma, será possível coletar informações precisas e tomar decisões mais acertadas para o controle da pandemia.

FAQs

  1. O que é o Datasus?
    O Datasus é um sistema de informação do Ministério da Saúde que tem como objetivo coletar, processar e disseminar informações sobre a saúde no Brasil.

  2. Como os dados são coletados pelo Datasus?
    Os dados são coletados de hospitais, clínicas e postos de saúde de todo o país e são utilizados para a elaboração de políticas públicas e a gestão da saúde.

  3. Por que a subnotificação dos casos de Covid-19 é um problema?
    A subnotificação dos casos de Covid-19 pode prejudicar a gestão da pandemia no país, já que as informações coletadas pelo Datasus são utilizadas para a elaboração de políticas públicas e a gestão da saúde.

  4. O que pode ser feito para corrigir o problema da subnotificação dos casos de Covid-19?
    Algumas medidas que podem ser adotadas para corrigir o problema incluem a atualização dos dados no Datasus, o investimento em tecnologia e a melhoria da gestão da saúde.

  5. Qual a importância da coleta de dados precisos sobre a Covid-19?
    A coleta de dados precisos sobre a Covid-19 é fundamental para o controle da pandemia no país, já que as informações coletadas são utilizadas para a elaboração de políticas públicas e a gestão da saúde.

noticia_abserventedermico.com.br_vaquinha-para-ajudar-entregador-agredido-no-rio00

O BRASILEIRO (OU MUNDO) E A INVERSÃO DE VALORES

Ponto de Vista – por Ney Barbosa

“Vaquinha para ajudar entregador agredido no Rio arrecada mais de R$ 220 mil”

Quando falamos de inversão de valores, não é, tão somente, de coisas banais, agressões e outros assuntos, mas, também, daquilo que é importante versus aquilo que dá “visibilidade”.

Após ser agredido por alguém que sentia-se incomodada com sua presençça, entregador foi beneficiado com uma vakinha, que arrecadou a pequena quantia de pouco mais de 240 mil, foi presentado por uma empresa de entregas, com uma moto e uma bicicleta elétrica e, de quebra, uma “moção”, pela prefeitura do Rio de Janeiro.

A pergunta que não quer calar:

– por que uma causa, que acabou de ser lançada, para beneficiar UMA PESSOA, que tem todas as suas faculdades em pleno funcionamento, mas foi agredido por alguém, consegue alcançar tamanha visibilidade, ao ponto de arrecadar R$ 251.323,71, enquanto outra, que busca beneficiar mais de 300 mil pessoas, no cuidado com a higiene da sonda gástrica, não consegue sair do patamar de R$ 2.265,00?

 

É de se espantar, um caso ter valor estimado em R$ 190.000,00, alcançar uma quantia tão expressiva, enquanto que a outra, estimada em R$ 70.000,00, não consegue alcançar, sequer, 10% do seu total.

É de se espantar, também, a repercussão de um caso, que podemos dizer ser rotineiro, ganhar repercussão em rede nacional, enquanto um projeto de cunho internacional, vive mendingando atenção, para se mostrar ao mundo.

Estou falando, sim, de um projeto que conheço há um bom tempo, que já apoiamos, eu e minha esposa, dentro daquilo que podemos e que, agora, apadrinhei, para fazê-lo ganhar voz na Internet.

Estou falando do projeto JO+ Absorvente Dérmico, criado por uma mãe de usuário de sonda gástrica, com o intuito único de levar conforto e higiene ao seu filho.

Nilza Carla, fundadora do JO+, o 1º absorvente dérmico para gastrostomizado, com impacto mundial, busca colocar o produto em linha de produção, para beneficiar, não apenas o seu filho, mas sim, todos os usuários de sonda gástrica, que sofrem do mesmo problema.

Empresas do mercado de absorventes não oferecem soluções, apesar de tratar-se de um mercado global.

Pesquisas realizadas mostram que:

– nos Estados Unidos, há mais de 240 mil gastrostomizados;
– na França, 30 mil
– no Japão são 100 mil pessoas.

Entre 2015 e 2016, devido ao surto do zika-vírus, no Brasil, 3mil crianças nasceram com microcefalia, 90% necessitam do uso da sonda. Na Bahia, o número de gastrostomizados ultrapassa 2.400.

E o Brasil se comove com o entregador agredido (não que ele não mereça, nao é este o questionamento), mas fecha os olhos para o que pode beneficiar, quem sabe, um ente familiar, que venha a se tornar portador de colostomia e que pode se beneficiar com o JO+ Absorvente Dérmico.

Fica aqui o link da página, onde é possível acessar todas as redes, obter todas as informações e ter contato direto com a criadora do projeto, Nilza Carla: https://absorventedermico.com.br.

Se você tem o poder de doar para uma causa como a noticiada em rede nacional, faça por esta, que também tem necessidade e precisa de doação, mas com o intuito de ajudar a milhares de pessoas, ao redor do mundo.

Postagem no site BahiaAlerta, em 18 de abr de 2023.


Ney Barbosa é jornalista, desenvolvedor web e padrinho do projeto JO+ Absorvente Dérmico